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martes, 20 de junio de 2017

LAS FORTIFICACIONES DE ALENTEJO Y EXTREMADURA ANTE LA CANDIDATURA A PATRIMONIO MUNDIAL
En el Núm. 24 de la Revista CALLIPOLE, de Vila Viçosa, correspondiente a 2017, publico la parte fundamental de la ponencia que presenté al X Seminário Internacional del Centro de Estudios de Arquitectura Militar celebrado en Almeida en agosto de 2016.

 puede consultarse, copiarse, imprimirse, etc. libremente dicho trabajo.

Es necesario que todos tomemos conciencia de la importancia de las fortificaciones de la Raia/Raya en general y de las alentejano-extremeñas en particular, como testimonio histórico de importancia universal y como legado artístico-monumental de extraordinaria valía, como ejemplo constructivo de toda una época (Edad Moderna y siglo XIX), siendo un sistema propio en serie, digno de conseguir la calificación de Patrimonio de la Humanidad, de la UNESCO, para lo que desde hace algo más de un año figura en la Lista Indicativa de Portugal, encabezada por Valença do Minho, Almeida, Marvão y Elvas.

domingo, 11 de junio de 2017

PRESENTADA LA REVISTA CALLIPOLE DE VILA VIÇOSA
 
Mesa de presentación. De izq. a dcha.: Licinio Lampreia (direcetor adjunto), Ricardo Cardoso
(vice-rector Seminario San José), Ana Paula Amendoeira (directora de Cultura de Alentejo),
Manuel Condenado (presidente da Câmara Municipal), Fernando Mão de Ferro (editor Colibri)
y Ana Rocha (vereadora de Cultura de Vila Viçosa)

El número 24 de la Revista de Cultura CALLIPOLE, del Municipio de Vila Viçosa, fue presentado en la tarde del 10 de junio en el Seminario San José de la localidad, ante un numeroso público de la localidad, de los alrededores, así como presencia española.
El volumen contiene trescientas una páginas distribuidas en cuatro secciones, más la “Nota de Abertura” del Presidente de la Câmara Municipal, Manuel João Fontainhas Condenado, y unas líneas finales de homenaje al Dr. Joaquim Torrinha, erudito callipolense, siempre ligado en vida a esta Revista, escritas por el que fuera director-adjunto de la misma, Joaquim Saial.
Una primera sección trata sobre Historia y arquitectura de las Fortificaciones Abaluartadas de la Raia/Raya en el contexto de los conflictos peninsulares, con cuatro trabajos de Julián García Blanco, João Campos, Moisés Cayetano Rosado y Francisco de Sousa Lobo. Estudian respectivamente: el protagonismo de Vila Viçosa en la Guerra de Restauração; la importancia de las fortificaciones de Vila Viçosa en la serie de las fortalezas abaluartadas de la Raia; las posibilidades de estos recintos fortificados alentejano-extremeños en una candidatura a Patrimonio Mundial, y el sistema abaluartado de Alentejo.
La Segunda sección, de Estudos Históricos, también contiene cuatro estudios: sobre el acueducto subterráneo del Convento de los Capuchos, de Tiago Salgueiro; sobre Maestros canteros del siglo XVIII, de Carlos Felipe; cánticos en Aldeia da Venda en la fiesta de Santa Cruz, de Carlos Aurélio, y unas “Saudades de Portugal”, de Joaquim Domingues.
La Tercera contiene igualmente cuatro ensayos sobre Estudos do Património, que corresponden a  Vítor Serrano (sobre pintura manierista de Simão Rodrigues en un retablo de Vidigueira); Inês Palma Borrões (de arquitectura civil en Vila Viçosa durante el Estado Novo); de Francisco Caeiro (del tenor José Rosa), y por último, de José Gómez Galán: un estudio de plantas poligonales en el arte templario peninsular.
La Cuarta, de Museus, Território e interacção com a comunidade, tiene dos trabajos: sobre el Museo del Estaño de Vila Viçosa, de Sandra Casaca, y sobre el Centro interpretativo de Tapetes de Arraiolos, de Rui Miguel Lobo.
Como siempre, magníficamente impreso, editado a todo color, en tamaño libro, bajo el cuidado magistral de Colibri-Artes Gráficas, y el abnegado y buen hacer de Fernando Mão de Ferro, cuya labor en Colibri es de altísimo valor.
Actuación musical (cuarteto de Redondo) al finalizar la presentación
Es de admirar el tesón, el esfuerzo por el fomento de la cultura, el cuidado del patrimonio, el arte… de este municipio “rayano” que debe ser un ejemplo para todos. Un estímulo. Un modelo a seguir, como muy pocos pueden presumir de ello en estos tiempos de dificultades económicas y de frivolidades. Pasa algo parecido con Elvas (que hace el milagro de resaltar, poniendo en creciente valor, un Patrimonio arquitectónico, militar, civil y religioso gigantesco), o con Almeida (cuya gigantesca fortaleza tiene un envidiable estado de presentación, como envidiables son sus publicaciones, su Seminário Internacional -anual- de Arquitectura Militar y Conmemoraciones del Cerco, de brillante y masiva participación).

¡Que cunda el ejemplo a un lado y otro de la Raia/Raya!

jueves, 16 de marzo de 2017

Plano de Actividades do Curso 2016/2017 da “Universidade” Sénior Padre Joaquim Espanca de Vila Viçosa 2016/2017.

CURSO BREVE “O PATRIMÓNIO ABALUARTADO DA RAIA”

PALESTRA: “VILA VIÇOSA: RETAGUARDA FORTIFICADA NA RAIA EXTREMENHA-ALENTEJANA”

(Puede consultarse, leerse, copiarse, imprimirse, etc. el texto base de esta palestra desde el Documento 57 de este enlace: http://moisescayetanorosado.blogspot.com.es/p/paginaprueba.html)

Dia da realização: 20 de Março (2ª Feira) de 2017. Hora: 15 h 30 Local da realização: na sede da universidade sénior Padre Joaquim Espanca em Vila Viçosa.
Orador: Moisés Cayetano Rosado.
 Esta palestra será seguida de uma breve visita de estudo guiada ao Castelo Artilheiro de Vila Viçosa.

VISITA DE ESTUDO GUIADA AO FORTE DA GRAÇA, EM ELVAS. Pretende-se com esta visita ao Forte da Graça em Elvas, inscrito na Lista do Património Mundial da UNESCO, que os alunos da “Universidade” Sénior de Vila Viçosa tenham oportunidade de conhecer a grandiosa construção da Praça de Elvas situada numa grande elevação a Norte, que constitui um exemplo notável da arquitectura militar do séc. XVIII e considerada por muitos historiadores como uma das mais poderosas fortalezas abaluartadas.

viernes, 27 de mayo de 2016

 Buena sesión de trabajo en un día en que a la vez se daba a conocer la inclusión de las Fortificações da Raia en la Lista Indicativa de Patrimonio de la Humanidad de la UNESCO, promovida por Valença do Minho, Almeida, Marvão y Elvas.
Inicio de la sesión de trabajo
CONCLUSIONES DE LAS V JORNADAS DE VALORIZACIÓN DE LAS FORTIFICACIONES DE LA RAIA/RAYA LUSO-ESPAÑOLA
.
No final de um dia de intenso e prolífero trabalho, é possível apresentar de forma sucinta e ainda preliminar as  considerações mais relevantes, com especial relevância para as questões científicas e para as principais conclusões decorrentes da realização das V Jornadas de Valorização de Fortificações da Raia.  

Não é demais recordar que a V edição das Jornadas encontrava-se estruturada em torno do tema aglutinador: A Fronteira Moderna e a 2.ª linha de confrontação da raia extremenha-alentejana: fortificação e reutulização.
 O património abaluartado da raia luso-espanhola já teve o seu quinhão  de incompreensões, preconceitos e equívocos.  Levantado o véu que escondia a luminosidade da sua importância militar, histórica e arquitectónica a arquitectura abaluartada, devido em grande parte à realização das várias  edições das Jornadas de Valorização de Fortificações da Raia, é hoje considerada uma tipologia muito importante.
  Como aqui foi amplamente referido, quando lembramos o património arquitectónico militar, é importante não esquecer que do ponto de vista histórico,  a “militarização” do território fronteiriço estruturou-se através do sistema abaluartado, com funções defensivas e estratégicas, em íntima relação com os suportes físicos e naturais.   
  Todo este património, que se estende por uma extensa área territorial de influência transfronteiriça ibérica, de 1.234 km lineares e com cerca de 5 milhões de habitantes, adquire uma extraordinária particularidade, especialmente no espaço Extremenho-Alentejano que reúne um legado defensivo de uma densidade e autenticidade não superado em toda a raia, sendo testemunha excepcional de períodos significativos da história humana.
 Por outro lado, as V Jornadas permitiram claramente a integração de diferentes objectivos com particular destaque para a continuidade do estudo, valorização e divulgação do Património Abaluartado da Raia Luso-Espanhola.  
 Deste modo, as praças fortificadas de segunda linha de confrontação do corredor de invasão Madrid-Lisboa, o mais activo, fortificado e rico em património abaluartado, foram hoje objecto de um estudo aprofundado, com especial destaque para:
● as testemunhos fortificados anteriores ao sistema abaluartado;
as problemáticas relacionadas com as penalidades da população civil, da construção e edificação, da história militar e do espectro geográfico das praças militares de  retaguarda alentejana e extremenha, como é o caso de Vila Viçosa, Ouguela e outros quartéis militares do Alentejo, assim como as de Olivença e Mérida;
● A riqueza cartográfica e ilustrativa manifestas na obra de Lorenzo Possi e Pier Maria Baldi, entre outros; 
● o sistema geral pré-Vauban  e a sistematização da nova estratégia  da arquitectura militar moderna da Europa;
as estratégias para a potenciação turística das cidades e vilas abaluartadas em produtos turísticos e culturais;
o valor e a qualidade do património abaluartado da raia luso-espanhola, designadamente o conceito geral  do empreendimento deste tipo de patrimonio.
A realização destas Jornadas permitirá a posterior publicação das comunicações proferidas na Revista O PELOURINHO-Boletim de Relações Transfronteiriças, dirigida por Moisés Cayetano Rosado e editada pela Diputación Provincial de Badajoz, que reunirá os textos dos participantes, tal como aconteceu, aliás, nas edições anteriores das Jornadas.
Por outro lado, no que respeita ao nível de execução destas Jornadas, comparando as iniciativas previstas do programa com o conjunto das actividades realizadas, podemos considerar como bom o nível de execução deste evento, sendo o seu programa totalmente cumprido.
Licinio Lampreia, director adjunto de la Revista Callipole,
leyó las conclusiones.
Falar de todos os aspectos que estão subjacentes à realização do V Jornadas de Valorização de Fortificações da Raia requeria, sem dúvida, mais tempo e mais espaço. No entanto, não podemos deixar de sublinhar que o mesmo foi oportuno e permitiu criar um espaço colectivo de reflexão, de intercâmbio de informações e de debate em torno de um tema apropriado e de plena vigência.
  A conjugação dos argumentos acima expostos, permitem-nos afirmar que os resultados das V Jornadas foram bastante positivos a vários níveis, com particular incidência:
• no aprofundamento do conhecimento sobre as fortalezas abaluartadas da raia transfronteiriça extremenho-alentejana, e da raia luso-española, em geral, assim como outras problemáticas relacionadas com a construção e edificação destes monumentos;
Incentivar a participação de instituições e da sociedade local nas iniciativas e nos debates relacionados com a problemática do património.
F na visibilidade pública das questões  relacionadas com esta problemática.
F na implementação  de  uma estratégia  de  intervenção  que  enfatizou    a adopção de uma cultura de parceria e de colaboração.  

Enfim, de acordo com pressupostos acima expostos, pensamos que existem motivos suficientes para afirmar que a iniciativa não defraudou as expectativas. 

lunes, 23 de mayo de 2016

CELEBRADAS LAS V JORNADAS DE FORTIFICACIONES DE LA RAIA/RAYA LUSO-ESPAÑOLA

Mesa inaugural. De izquierda a derecha:
Moisés Cayetano, Manuel Condenado, Sandra São Pedro y Ana Rocha
Se celebraron las “V Jornadas de Valorización de Fortificaciones de la Rayaen Vila Viçosa el sábado, 21 de mayo, con visita a sus fortificaciones el domingo 22, siguiendo el modelo habitual de las Jornadas precedentes (celebradas en Badajoz, Castelo de Vide, Castro Marim y Chaves): el primer día ha sido intensivo de ponencias y el segundo dedicado esencialmente a visitas del patrimonio monumental.
Ese espacio decisivo de las plazas fortificadas en la línea Madrid-Lisboa, los cuarteles de retaguardia, las tropas y mandos implicados en las distintas contiendas, las contiendas en sí, además del sistema general pre-Vauban y la sistematización de su disfrute actual, fueron objeto de consideración profunda, esta vez en el Salón de Plenos de la Câmara Municipal de Vila Viçosa, responsable de la organización.
El programa de las Jornadas, como estaba previsto, ha sido el siguiente:
-  Sessão de Abertura:
Manuel João Fontainhas Condenado. Presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa.
Sandra São Pedro. De la Dirección Regional de Cultura do Alentejo.
Moisés Cayetano Rosado. Director da Revista Transfronteiriça “O Pelourinho”.

- Intervenciones:
 *Esquilmando a la población civil: Militares y Guerra en la Frontera extremeño-alentejana”, por Fernando Cortés Cortés. Doctor em História. Director de la Revista de Estudios Extremeños.

 *“A estratégia de defesa da raia alentejana e a capitulação de Olivença em 1657: o caso Stéphane Auguste de Castille”, por Jorge Penim de Freitas. Historiador.

* “El modelo de Mérida como ejemplo de reutilización del patrimonio arquitectónico con fines militares y los cuarteles de la retaguardia extremeña”, por Fabián Lavado. Historiador. Bibliotecario del Consorcio de la Ciudad Monumental de Mérida.

* “As dinâmicas dos territórios no contexto da Pré e Proto-História do Alentejo (Portugal)”, por Leonor Rocha. Professora da Universidade de Évora

 *Fortificación y guerra en una villa rayana: Ouguela durante la Guerra de la Restauración (1640-1668)”, por Julián García Blanco. Profesor e Historiador

 *“A Importância da Resistência de Vila Viçosa nos 350 Anos da Batalha de Montes Claros”, por Nuno Lemos Pires. Comandante do Corpo de Alunos da Academia Militar

 *“Las fortificaciones de la frontera del corredor Madrid-Lisboa en los dibujos de Pier Maria Baldi”, por Moisés Cayetano Rosado. Doctor em Geografia e História. Director de O Pelourinho.

 *“A fronteira pré-Vauban de Portugal. Ensaio da nova estratégia e da arquitectura militar moderna da Europa”, por João Campos. Arquitecto, Consultor da Praça-Forte de Almeida, Perito do Comité das Fortificações (ICOFORT-ICOMOS)

 *Por ser persona experimentada en la materia de fortificaciones”. La obra de Lorenzo Possi y su relación con Vila Viçosa, por Rocío Sánchez Rubio e Isabel Testón Núñez. Profesoras de la Universidad de Extremadura.

 *“Potenciación turística de las ciudades abaluartadas de la Raya”, por Juan Francisco Rivero Domínguez. Periodista. Doctor en Turismo.

Finalizadas las Jornadas, la Câmara Municipal de Vila Viçosa ofreció un “Alentejo de Honra” y la extraordinaria actuación del “Dúo Invictus”.
El contenido de las ponencias ya está en manos de la Revista O PELOURINHO, que habitualmente las publica en su integridad, y a finales de verano y/o en otoño será presentada públicamente en  Vila Viçosa y Badajoz.
Y este paso tampoco será el último, pues la Câmara Municipal de Almeida se ha comprometido a acoger las VI Jornadas en la primavera de 2017, con lo que sí creemos que “cerraremos el ciclo”, haciendo un llamamiento a su clasificación como Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO. Algo que ya tiene un decisivo paso, pues -como informa la Câmara Municipal de Elvas-,  “A candidatura das Fortalezas Abaluartadas da Raia Luso-Espanhola, promovida por Almeida, Elvas, Marvão e Valença, já está inscrita na Lista Indicativa de Portugal, da UNESCO, rumo à classificação como Património Mundial” (http://www.cm-elvas.pt/pt/lista-noticias/3185-fortalezas-abaluartadas-da-raia-na-lista-indicativa-de-portugal-da-unesco).

Radio Campanario, de Vila Viçosa, ha elaborado un interesante reportaje escrito, auditivo y visual de las Jornadas, que puede ser consultado en este enlace: http://www.radiocampanario.com/r/index.php/reportagens1/7840-numa-altura-em-que-se-aguarda-vila-vicosa-na-lista-indicativa-do-patrimonio-mundial-da-unesco-decorreram-as-v-jornadas-sobre-valorizacao-do-patrimonio-fortificado-da-raia-c-som-e-fotos.


De otra parte, en la tarde del 22 se presentó la Revista CALLIPOLE, en su número 23. Magnífico volumen, como los precedentes, de ensayo e investigación histórica, artística, literaria, patrimonial... de casi 300 páginas, del Municipio de Vila Viçosa (empeño de su Câmara Municipal presidida por Manuel Condenado), con ejecución gráfica de Colibrí, que con tanto acierto dirige Fernando Mão de Ferro. Calipolenses en particular, portugueses y de otras nacionalidades (especialmente españoles) se dan cita en sus páginas, llenas de rigor.

lunes, 11 de mayo de 2015

CELEBRADO EL III ENCONTRO TRANSFRONTEIRIÇO DE REVISTAS DE CULTURA EN VILA VIÇOSA Y PRESENTADO EL NÚMERO 22 DE “CALLIPOLE”

Acto inaugural del III Encontro de Revistas de Cultura
Como habíamos anunciado (http://moisescayetanorosado.blogspot.com.es/2015/05/iii-encontro-transfronteirico-de.html), se celebró a lo largo del día 10 de mayo el III Encontro Transfronteiriço de Revistas de Cultura en Vila Viçosa.
Tras la presentación del mismo por la Vereadora de Cultura del concelho, Ana Rocha, intervinieron en la inauguración el Presidente de la Câmara Municipal, Manuel Condenado (que resaltó la importancia de la coordinación entre revistas culturales e hizo un repaso de los anteriores encuentros, celebrados en Vila Viçosa el primero y en Badajoz el segundo) y la Directora de la Editora Regional de la Junta de Extremadura, Rosa Lencero, con una apuesta ibérica, transfronteriza, en la acción cultural, destacando la publicación de revistas culturales en la Raya, especialmente las editadas en Extremadura.

Painel Temático.
A continuación se desarrolló el Painel temático “Revistas de Cultura no Século XXI: Realidades e Perspectivas Futuras”, a cargo del profesor de la Universidad de Évora, Director de la Revista “Ibn Maruán” de Marvão, Jorge Oliveira, y del Director de la Revista “Scherzo”, miembro de la Junta Directiva de la Asociación de Revistas Culturales de España (ARCE), Luis Suñen.
El primero abogó por crear una plataforma de revistas culturales para luchar por nuestra cultura e identidad, al tiempo que exponía las dificultades que existen en cuanto a la distribución para venta en librerías de estas revistas. El segundo expuso los objetivos de ARCE, en cuanto al asesoramiento en la gestión de ayudas y promoción de las revistas asociadas, quejándose de la falta de apoyos institucionales oficiales en el momento actual, ejemplarizándolo en el caso de la revista que dirige.
Primera Mesa Redonda.
Tras una pausa “para café”, se pasó a la primera Mesa Redonda programada (Novos desafíos para as Revistas de Cultura: Alterações dos hábitos de leitura e massificação informativa), moderada por el profesor Joaquim Saial, exdirector de la Revista Callipole, que presentó a los intervinientes y resumió sus aportaciones. Ellos fueron la directora de la Revista “Elvas/Caia”, Maria da Conceição Cabrita, y el director de la Revista “O Pelourinho” y miembro del Consejo de Redacción de la “Revista de Estudios Extremeños”, Moisés Cayetano Rosado.
Resaltó la doctora Maria da Conceição la importancia de la valorización científica externa de las revistas para garantizar su calidad y prestigio, defendiendo también la importancia de la divulgación electrónica para una mayor y más rápida distribución. Moisés Cayetano defendió la doble edición de las revistas en papel y electrónica, siendo la primera más apropiada para un estudio reposado y contrastado, y la segunda para una más rápida y masiva difusión. En el coloquio suscitado se remarcó esta conveniencia de la doble edición y se subrayó el importante papel de las revistas culturales para la investigación y divulgación del patrimonio y el legado histórico.
Segunda Mesa Redonda.
Tras el almuerzo, se reanudaron las sesiones de trabajo con la segunda Mesa Redonda (O Futuro das Revistas de Cultura: Os desafíos da gestão, distribuição e posicionamento no espaço editorial), moderada por Isabel María Pérez, Presidenta de la Asociación de Escritores Extremeños, que -además de presentar a los intervinientes y resumir sus aportaciones- tuvo un emotivo recuerdo para el poeta Ángel Campos Pámpano, ya fallecido, gran impulsor de la cultura transfronteriza y que fuera director de la Revista “Espacio/Espaço Escrito”.
Intervino a continuación Eduardo Luciano, Vereador de Cultura de la Câmara Municipal de Évora, que edita un importante “Boletím da Cidade de Évora”, remarcando la “obligación constitucional del Estado de apoyar y fomentar la cultura”, en lo que se incluyen las revistas culturales. Expuso las dificultades que las revistas locales suelen tener para conseguir trabajos de calidad, pues los autores procuran otras publicaciones de más impacto curricular para sus carreras, y apostó por la difusión de las revistas en intercambios con otras instituciones y puntos de ventas especializados.
Manuel Mão de Ferro, Editor de Publicaciones “Colibri”, abundó en las dificultades de distribución y la “resistencia” de los libreros a una comercialización que deja muy escaso beneficio.
Nuevamente en el coloquio se volvió a apostar por la edición en papel conjugada con la electrónica y en la importancia del apoyo institucional para mantener las ediciones de estas revistas culturales, tan necesarias.
Conclusiones.
Por último, el director adjunto de la Revista Callipole, Licinio Lampreia, y Moisés Cayetano, presentaron las conclusiones del Encontro, en la línea de lo anteriormente relatado, insistiendo especialmente en la necesidad del apoyo institucional, la buena distribución e intercambio de revistas, la creación de una red de revistas culturales transfronteizas, la relevancia cultural y científica de las mismas, el trabajo para lograr nuevos lectores interesados en este tipo de publicaciones, el esmero en velar por la calidad de los trabajos editados y la conjugación de edición en papel con la electrónica.
Presentación del número 22 de la Revista “Callipole”.
Tras una nueva pausa, fue presentado públicamente el número 22 de la Revista “Callipole”, que en sus 279 páginas contiene dieciséis trabajos de investigación, divididos en cinco apartados:
- Vila Viçosa: a “primeira cidade renacentista em mármore” candidata a Património Mundial. Con seis aportaciones.
- Conmemoração dos 350 anos da Batalha de Montes Calros (1665-2015). Con un trabajo.
- Estudos Históricos: seis investigaciones.
- Estudios do Património: dos entregas.
- Criação Literária: otra más.

Antecede a todo ello una “nota de abertura” del Presidente da Câmara Municial, Manuel Condenado, y unos sentidos párrafos de homenaje al doutor Joaquim Torrinha, colaborador continuo y entusiasta de la Revista hasta su fallecimiento.
Finalizó la jornada con un espectáculo musical coral.

sábado, 9 de mayo de 2015

III ENCONTRO TRANSFRONTEIRIÇO DE REVISTAS DE CULTURA/
APRESENTAÇÃO DO NÚMERO 22 DA REVISTA DE CULTURA CALLIPOLE  | 10 MAIO 2015

       

                        VILA VIÇOSA.  PROGRAMA.

(Horario portugués: España, una hora más)

09 H 00 | 09 H 30  – Recepção e recolha de informação                                           

09 H 30 | 10 H 00  –  Sessão de Abertura  
                        ● Presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa
● Director-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas - Dr. José Manuel Cortês
● Directora da Edição Regional de Extremadura da Junta de Extremadura – Rosa Lencero

10 H 00 | 11 H 00 - Painel temático
          “Revistas de Cultura no Século XXI: Realidades e Perspectivas Futuras”
Prof. Doutor Jorge Oliveira
(Universidade de Évora/Director da Revista IBN MARUÁN-Revista Cultural do Concelho de Marvão)

Dr. Luis Suñen
                        (Director de la revista SCHERZO y miembro de la Junta Directiva de ARCE)
11 H 00 | 11 H 20 – Pausa para café     

11 H 20 | 12 H 20 – Mesa Redonda
“Novos desafios para as Revistas de Cultura: Alterações dos hábitos de leitura e massificação informativa”     
Moderador: Dr. Joaquim Saial
(Mestre em História da Arte (FCSH/UNL)
                             
                        Doutor Moisés Cayetano Rosado
                        (Director da Revista O PELOURINHO)
        
                        Prof.ª Doutora Maria da Conceição Cabrita
(Directora Editorial da Revista Elvas Caia-Revista Internacional de Cultura e Ciência)
        
                        Doutora Ana Paula Fitas
                        (Coordenadora Científica da Revista Cadernos do Endovélico)

12 H 20 |12 H 45 - Debate  
12 H 45 | 14 H 45 – Almoço livre
14 H  45 | 15 H 45 – Mesa Redonda   
                
“O Futuro das Revistas de Cultura: Os desafios da gestão, distribuição e posicionamento no espaço editorial”
Moderadora: Dr.ª Isabel María Pérez (Presidenta de la Asociación de Escritores Extremeños)

                        Dr. Eduardo Luciano
(Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Évora)
                       
                        Dr. Fernando Mão de Ferro
                        (Editor/Colibri)

                        Dr. Prof. Eloy Martos (Director da Revista Puertas a la Lectura)

15 H 45 | 16 H 15 –   Apresentação das conclusões preliminares  do III Encontro Transfronteiriço de Revistas de Cultura e Sessão de Encerramento
                        ● Dr.ª Ana Rocha  (Vereadora da Cultura Câmara Municipal de Vila Viçosa)

                        ● Doutor Moisés Cayetano Rosado
                        (Director da Revista O PELOURINHO)

16 H 15 | 16 H 30 – Pausa para café

16 H 30 | 17 H 15 – Apresentação do Número 22 da Revista de Cultura Callipole
                        ● Presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa
                        ● Director Adjunto da Revista de Cultura Callipole
17 H 15 – Espectáculo musical                     

jueves, 11 de diciembre de 2014

VILA VIÇOSA A LA VANGUARDIA DE LA CULTURA


Asisto a mi primera reunión como miembro del Consejo de Redacción de la Revista CALLIPOLE, de Vila Viçosa. Magnífico ejemplo de revista de cultura, de ensayo e investigación histórica, artística, geográfica, etnográfica, patrimonial en general, que trasciende el ámbito local y comarcal para alcanzar el nacional e internacional.
Gran esfuerzo económico y logístico de una Câmara Municipal de población pequeña para mantener, ya en 22 número anuales seguidos, una empresa en la que incluso grandes municipios han fracasado. Empeño loable de responsables políticos convencidos de la importancia de la cultura en la vida de los seres humanos y del significado de Vila Viçosa como legado patrimonial para la Humanidad.
Precisamente la nueva Corporación Municipal salida de las urnas hace poco más de un año retomó una vieja idea que ya había estado preparando el equipo dirigido por el Presidente da Câmara, Manuel Condenado, y que quedó paralizada en la anterior legislatura municipal al no ganar las elecciones locales. Se trata de presentar la candidatura de Vila Viçosa a Patrimonio de la Humanidad, como “Primera Cidade Renacentista em Mármore”. Para ello se constituyen equipos multidisciplinares que retoman los estudios iniciados, y la Revista CALLIPOLE prestará su colaboración con estudios e investigaciones que irá publicando.
Al mismo tiempo, pretende el Consistorio realizar el “III Encuentro Transfronterizo de Revistas de Cultura”, cuyas dos anteriores ediciones fueron respectivamente en la propia Vila Viçosa, patrocinado por la Câmara Municipal (2005) y en Badajoz, patrocinado por la Diputación Provincial (2007), analizando primordialmente: “El papel cultural, reflexivo y crítico de las revistas de cultura. La edición impresa y electrónica, coexistencia e interrelaciones; distribución e intercambios. Y el proyecto de Portal Transfronterizo de revistas de cultura en Internet”.
En el nuevo Encuentro se presentarían casos de buenas prácticas, sobre todo en la gestión y distribución de las publicaciones, recurriendo a especialistas de reconocida competencia, experiencia y preparación científica, y contemplando la diversidad de agentes implicados en este sector: directores, coordinadores, gestores, distribuidores, publicistas, editores, etc.
Precisamente, y en consonancia con los Encuentros anteriores, la Câmara Muncipal callipolense proyecta crear un “Portal electrónico de Revistas de Cultura” que permita conocer novedades editoriales, prepublicaciones, resúmenes, trabajos completos, recuperación de ediciones impresas, antiguas publicaciones agotadas, interconexiones, etc.
Que todos estos empeños den los frutos deseados depende de la colaboración que cada uno, en la medida de nuestras posibilidades, podamos aportar. El camino recorrido hasta ahora es una garantía y un acicate para no desfallecer en esta empresa cultural tan necesaria y atractiva.

Moisés Cayetano Rosado